Sobre o Blog

O Capoeira – é um um blog criado pelo aprendiz das capoeiras, jornalista e gestor cultural Luciano Medina Neto. A iniciativa tem caráter colaborativo e tem como objetivo geral a pratica do Jornalismo Cultural sob a influência e perspectiva da roda de capoeira, e da gira dos batuques de memória.

Objetivos Específicos. Estimulo à valorização e preservação do saber popular através da difusão e divulgação de suas praticas, além da relevância e do reconhecimento dos detentores ( mestres, professores, artistas e educadores populares); Difusão cultural e  científica (promoção e repercussão dos diálogos reflexivos entre os diferentes territórios); Entrevistas com personalidades que atuam em todas a dimensões da Arte, da Cultura, da Educação e do Jornalismo. Produção e edição de materiais específicos como tabloides, revistas etc.  Oferecimento de oficinas de formação livre em comunicação, gestão cultural e praticas culturais ( Capoeira e seus elementos).

Características

O Blog é um diário virtual que tem o objetivo de relatar e registrar os fatos e as interpretações do autor. Se tornou tão popular que se converteu para muitos operadores do jornalismo como um veículo noticioso, conforme aponta J.B Pinho no livro Jornalismo na Internet da Editora Summus. O blog o Capoeira esta coberto pela plataforma colaborativa WordPress.

A Crônica . Gênero jornalístico livre e pessoal orientará a transmissão e difusão dos conteúdos. O formalismo do lide deve nortear a produção nas categorias em que lhe exigirem a sua aplicação. A ideia básica e o conceito de crônica significam cotidiano, algo corriqueiro que ocorre a todo instante. Rubem Braga considerado o maior cronista brasileiro respondeu a uma pergunta sobre que era crônica dizendo se tratar de um “registro do instante”, sendo assim é presumível se tratar de qualquer instante. O Dicionário Aurélio de 1984 contribui com a seguinte definição: “Crônica é o conjunto de notícias ou rumores relativos a determinados assuntos”. Adoto como método esse conjunto de conceitos que justificam e dão a dimensão da riqueza e pluralidade que é a língua portuguesa, sobretudo aquela residente nas ruas, cortiços e quebradas, que por sinal é objeto de observação dessa proposta.

O Folhetim. O termo Folhetim, vem do francês Feuilleton e surgiu em 1790, mas só se tornou popular a partir de 1840 quando suas narrativas tinham como objetivo a conquista de clientes para os Jornais da época. No Brasil, esse modelo narrativo chega importado da França e rapidamente ganha adeptos e o sucesso, principalmente na capital imperial da Época, a cidade do Rio de Janeiro. O Folhetim originalmente era uma seção literária presente na parte inferior de uma página de jornal ou revista.

Sua função era preencher espaços vazios com publicações de prosas, novelas e romances, e que servia como entretenimento ao leitor. Por essa razão, o folhetim obteve sucesso; espaço que revelou para a literatura brasileira nada mais nada menos que Machado de Assis, Lima Barreto e que publicou a conta gotas o romance A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo em 1844. Com o passar do tempo a utilização do Folhetim ganhou novos contornos e o conceito do termo se ampliou, sofisticou ao passo que seu acesso se restringiu a guetos artísticos, culturais e jornalísticos.